Calculadoras: pequenas células fotovoltaicas de filme fino coletam energia e garantem o funcionamento de calculadoras e outros pequenos equipamentos.

​​​​​1. MÓDULOS FOTOVOLTAICOS: os módulos fotovoltaicos são responsáveis por receber a energia do sol e converter em energia elétrica de corrente contínua.

2. CONTROLADOR DE CARGA: responsável por controlar a carga elétrica que vem dos módulos fotovoltaicos, para aumentar a vida útil das baterias.


3. BANCO DE BATERIAS: baterias responsáveis por armazenar a energia elétrica para uso conforme a necessidade.


4. INVERSOR: o inversor recebe a energia do banco de baterias em corrente contínua e a transforma para corrente alternada, para que possa ser consumida na instalação através dos aparelhos, iluminação e tomadas.


5. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO: após o inversor converter a corrente para alternada, este alimenta o quadro elétrico da residência, que distribui a energia para os pontos de consumo da edificação.

6. CONSUMO: consumo geral da casa, inclui tomadas, eletrodomésticos, iluminação e qualquer outro uso para a energia elétrica.

Iluminação pública, sinalizações e telecomunicações: utilizado para postes de iluminação, sinalizações de trânsito,  torres de telecomunicações, entre outras aplicações, sem necessidade de conexão à rede elétrica.

Bombeamento de água: sistemas fotovoltaicos utilizados para circular água em piscinas, armazenar em reservatórios, irrigação, entre outros usos.

1. VIABILIDADE TÉCNICA: avaliamos, conforme sua necessidade, a viabilidade técnica do sistema fotovoltaico.


2. PROPOSTA: elaboramos uma proposta conforme suas necessidades e enviamos para sua análise.


3. APROVAÇÃO: aprovada a proposta e definida a forma de pagamento, auxiliamos na obtenção de financiamentos com taxas atrativas, incentivadas para sistemas de energia solar.


4. PROJETO: elaboramos um projeto personalizado, de acordo com normas técnicas nacionais e internacionais, para garantir um sistema eficiente e durável.


5. HOMOLOGAÇÃO: apresentamos a documentação na concessionária de energia da sua região e acompanhamos o processo até a aprovação e liberação para a instalação do sistema.


6. INSTALAÇÃO: instalação do sistema por profissionais capacitados.


7. VISTORIA: acompanhamos o processo de vistoria da instalação pela concessionária de energia e cuidamos dos procedimentos para a troca do medidor e ligação do sistema na rede elétrica.


8. MONITORAMENTO: pronto! Produzindo sua própria energia, limpa e renovável, monitore em tempo real sua produção e veja a economia.

Equipamentos espaciais: utilizada pela NASA e outras agências espaciais para fornecer energia a seus equipamentos em órbita, incluindo satélites e estações espaciais.

​​Náutica e embarcações: Recarregar baterias, fornecer energia instantânea ou de emergência para embarcações e até mesmo faróis de sinalização.

solução COMPLETA


A Domus oferece a solução completa para a instalação do seu sistema de energia solar fotovoltaica. Verificamos a viabilidade técnica da instalação, elaboramos o projeto e dimensionamento, fazemos a instalação e garantimos a aprovação pela concessionária. Veja a seguir todos os passos da solução completa para a instalação do sistema fotovoltaico em sua casa, empresa ou indústria. Solicite seu orçamento e receba uma proposta personalizada para atender às suas necessidades.

Veja como funciona um sistema fotovoltaico on-grid, ​ou seja, conectado na rede de distribuição de energia:

Proteção catódica: energia fotovoltaica utilizada para gerar corrente em sistemas de proteção contra corrosão.

benefícios


Economia, sustentabilidade e muito mais - instale seu sistema de energia solar conosco e aproveite as vantagens para sua casa, empresa ou indústria.

Para quaisquer dúvidas ou informações, entre em contato por qualquer um dos nossos canais de comunicação.

sistemas isolados


Tipo de sistema onde não há ligação com a rede de energia e necessita de um banco de baterias para garantir que a instalação forneça energia durante períodos sem ou de pouca produção. Este tipo de sistema é mais caro e menos sustentável, devido ao uso de baterias, por isso é necessário que se faça um correto dimensionamento para prolongar sua vida útil.


Os sistemas off-grid, ou seja, quando não há conexão com a rede, são utilizados apenas em edificações em áreas isoladas como ilhas, matas, áreas rurais distantes da rede, etc.


Caso tenha interesse neste tipo de sistema, entre em contato conosco e solicite seu orçamento, a Domus também oferece a solução completa para sistemas isolados, que engloba a viabilidade técnica, dimensionamento, elaboração do projeto e instalação.


​​

Veja a seguir o funcionamento de um sistema isolado (off-grid) de energia solar fotovoltaica:

APLICAÇÕES​ DIVERSAS

NORMAS E CERTIFICAÇÃO










Para serem comercializados no Brasil, os materiais fotovoltaicos precisam ser aprovados pelo INMETRO, que testa a sua eficiência. Para ter garantia da qualidade, nós da Domus, trabalhamos com materiais fotovoltaicos aprovados conforme os padrões internacionais, que seguem as exigências da IEC 61215. Os materiais aprovados por esta norma passam por 18 testes, que incluem uma inspeção visual, testes de eficiência, resistência mecânica, durabilidade, proteção contra infiltração e isolamento elétrico. Assim, podemos oferecer o que há de melhor no mercado.

Além disso, seguimos as recomendações da norma técnica ABNT NBR 5410:2004 (Instalações elétricas em baixa tensão) e trabalhamos com instaladores certificados nas normas regulamentadoras NR 10 (Segurança em instalações e serviços elétricos) e NR 35 (Trabalho em altura), além de treinamentos específicos de instalações de sistemas fotovoltaicos.

​​​​​​1. MÓDULOS FOTOVOLTAICOS: os módulos fotovoltaicos são responsáveis por receber a energia do sol e converter em energia elétrica.

2. INVERSOR: o inversor recebe a energia dos módulos em corrente contínua e a transforma para corrente alternada, para que possa ser consumida ou fornecida para a rede de energia.


3. QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO: o inversor alimenta o quadro elétrico da residência e este distribui a energia para os pontos de consumo da edificação ou para a rede de energia.


4. CONSUMO: onde a energia é utilizada, inclui tomadas, eletrodomésticos, iluminação e qualquer outro uso para a energia elétrica.


5. MEDIDOR BIDIRECIONAL: mede a energia consumida da rede quando não há produção e o excesso de energia produzido pelo sistema fotovoltaico que é fornecido para a rede.​


6. REDE DE ENERGIA: fornece energia quando não há produção e recebe o excesso de energia produzida pelo sistema fotovoltaico, gerando créditos para o consumidor.

SAIBA COMO FUNCIONA


Com o surgimento dos sistemas fotovoltaicos tornou-se possível gerar energia elétrica a partir da energia do sol, através de células fotovoltaicas, feitas de materiais semi-condutores, que são capazes de criar corrente elétrica a partir da radiação solar.


O sistema produz eletricidade a partir dos fótons e não pelo calor, o que possibilita a produção de energia mesmo em dias nublados ou chuvosos.


Em 2012 a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) criou a resolução normativa 482, atualizada em 2015 pela resolução normativa 687, que regulariza e estabelece condições gerais para a conexão de sistemas fotovoltaicos conectados à rede de distribuição de energia.


Estas resoluções possibilitaram que o mercado de energia solar ganhe um enorme potencial e que este cresça cada vez mais.

Segundo a
REN 482/2012:


  • o consumidor pode gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis conectados à rede de energia.


  • o consumidor que produz energia pode fornecer o excedente de consumo para a rede e gerar créditos, que podem ser utilizados posteriormente.


  • permitiu-se o autoconsumo remoto, onde a energia gerada pode ser consumida em local diferente de onde está o sistema fotovoltaico, desde que as unidades sejam do mesmo titular e concessionária de energia.


Conforme as alterações da
REN 687/2015:

  • os clientes podem utilizar os créditos gerados em até 5 anos.


  • ​permitiu-se a geração compartilhada, onde terceiros podem utilizar a energia gerada pelo sistema fotovoltaico, através de consórcios e cooperativas ou em condomínios.


  • ​foi reduzido o prazo burocrático de homologação dos sistemas fotovoltaicos.​